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Baixada Fluminense |
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MAGÉ
Pelo Caminho de Inhomirim passava o ouro das Minas
Gerais, a caminho do porto na Vila de Estrela, onde era embarcado
para o Rio de Janeiro.
Por aqui também passaram os inconfidentes para o julgamento no Campo de Lampadosa.
Calçamento do trecho próximo à Vila de Estrela.
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Importante Centro no Período do Ouro, cujo apogeu deu-se na segunda metade do século XVIII, onde encontramos a Casa das Três Portas, o Porto de Estrela e a Igreja de Nossa Senhora da Estrela dos Mares.
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Igreja de São Nicolau do Suruí O nome original desta igreja, construída em 1710, era Nossa Senhora de Copacabana, cujo oratório encontra-se atualmente no forte de Copacabana. Foi construída pela família Proença, próspera proprietária de terras que, ao contrário da tendência da época, que era o plantio da cana, dedicou-se ao cultivo da mandioca e produção de farinha.
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| Igreja de Nossa Senhora da Guia de Pacobaíba Mauá A igreja encontra-se numa pequena elevação, com a fachada principal voltada para a Baía de Guanabara. Na sua implantação, a igreja se destaca por ser a mais arrojada da região, ocupando quase toda a parte plana do terreno e apoiando-se em muros de contenção. A edificação da igreja se situa em fins do século XVII e início do século XVIII. Consta que em 1699 ainda estava em construção. ![]()
Detalhes da Fachada ![]()
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A Igreja data de 1754, também construída no período do ouro. Como todas as igrejas da época que se encontravam próximas ao mar, foi construída com a fachada voltada para a baía de Guanabara.
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Porto de PiedadeÉ o mais belo dos portos de Magé, porém nunca teve grande importância econômica. Foi o ponto inicial da história de Magé, com a construção de uma capela no alto de um outeiro.Quando esta ruiu, e com a paulatina mudança do vilarejo para onde atualmente é o centro do município, a capela foi transferida para a Matriz de Nossa Senhora de Piedade. |
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Igreja Matriz Nossa Senhora da Piedade A igreja, fundada em 1750, veio a ser a sucessora da capela que havia ruído no outeiro do Porto de Piedade. ![]()
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![]() Imagem
da Paixão de Cristo. |
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A fazenda era propriedade de Grigory Ivanovitch Langsdorff, o Barão de Langsdorff, consul geral da Rússia no Brasil, e foi adquirida em 1816. O Barão tinha intenção de transformá-la numa Fazenda Modelo. Refratário à escravidão, substitue o trabalho escravo por trabalho assalariado, buscando imigrantes em sua terra natal, a Alemanha. Adepto da policultura - em detrimento da monocultura canavieira - canalizou rios, modernizou engenhos de farinha e milho e construiu fábricas e olarias. Na Fazenda da Mandioca mantinha uma valiosa biblioteca de História Natural, um museu de nossas fauna e flora e um bem cuidado Jardim Botânico. O sonho de Langsdorff começou a ruir quando os trabalhadores alemães, sem conseguir-se adaptar-se à nova terra, se revoltaram contra ele. Em 1825, a Fazenda foi desapropriada e passou ao domínio da Imperial Fábrica de Pólvora (Fábrica de Pólvora da Estrela), começando aí a história de seu abandono.
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A Fábrica de Pólvora da Estrela foi instalada nas terras das Fazendas Cordoaria, Mandioca e do Velasco, adquiridas em 1826 pela Corte a fim de receber a fábrica de pólvora então localizada na Lagoa Rodrigo de Freitas. O imperador D. Pedro I queria que a fábrica fosse transferida para um local com melhores condições, próxima a rios navegáveis e com abundância de água e madeira. A Fábrica abasteceu o Exército Imperial e os Aliados durante a Guerra do Paraguai, escoando sua produção pelo Porto de Estrela. Após períodos de crise e reativação, entra em decadência profunda e é extinta em 1940, com o advento da pólvora química. Em 1977, passando por outro período de crescimento, passou ao comando da Indústria de Material Bélico do Brasil.
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Estrada de Ferro Barão de MauáConstruída por Irineu Evangelista de Souza, o Barão de Mauá, encantado com as ferrovias inglesas que acabra de visitar. O primeiro trecho da ferrovia foi inaugurado em 30 de abril de 1854, hoje considerado o "Dia da Baixada Fluminense". Antes disso, todo o transporte de mercadorias por terra era feito em lombo de animais.
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Fotos
de Maria
Conceição Rosa
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